Mostrando postagens com marcador Jesus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jesus. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de junho de 2011

"HOSPITAL do SENHOR"


“Fui ao hospital do Senhor fazer um
Check-up” de rotina e constatei
que estava doente.
Quando Jesus mediu minha pressão, verificou
que estava baixa de ternura.
Ao tirar a temperatura, o termômetro
registrou 40 graus de egoísmo.
Fiz um eletrocardiograma e foi diagnosticado
que necessitava de uma ponte de
amor, pois minha artéria estava bloqueada
e não estava abastecendo meu coração vazio.
Passei pela ortopedia, pois estava com
dificuldade de andar lado a lado com
meu irmão e não conseguia abraçá-lo
por ter fraturado o braço, ao tropeçar
na minha vaidade.
Constatou-se miopia, pois não conseguia
enxergar além das aparências.
Queixei-me de não poder ouvi-lo e
diagnosticou bloqueio em decorrência das
palavras vazias do dia a dia.
Obrigado, Senhor, por não ter me cobrado
consulta, pela sua grande misericórdia.
Prometo, ao sair daqui, somente usar
remédios naturais que me indicou e que
estão no receituário de seu evangelho.
Vou tomar diariamente, ao me levantar,
chá de agradecimento; ao chegar ao trabalho,
beber uma colher de sopa de bom dia,
e de hora em hora, um comprimido de
paciência, com um copo de humildade.
Ao chegar em casa, Senhor, vou tomar
diariamente, uma injeção de amor,
e ao me deitar, duas cápsulas de
consciência tranqüila.
Agindo assim, tenho certeza de que não
ficarei mais doente e todos os dias
serão de confraternização e solidariedade.
Prometo prolongar esse tratamento preventivo
por toda a minha vida para que,
quando me chamar, seja por morte natural.
Obrigado, Senhor, e perdoe-me por ter
tomado seu tempo.
De seu eterno cliente,
( Autor Desconhecido)

quinta-feira, 24 de março de 2011

JESUS e os outros



A Humanidade vive uma profunda crise ética.

As notícias publicadas nos mais diversos veículos de comunicação são desanimadoras.

A um olhar superficial, parece que o mal leva a palma do mundo.

A política afunda na corrupção.

A violência campeia solta pela sociedade.

A falta de pudor se afigura o signo das novas gerações.

A esperteza obtém mais resultados do que a lealdade.

A sonegação de tributos chega a ser apontada como legítima defesa.

Ante tanta sujeira e deslealdade, ser honesto parece algo exótico.

O homem menos refletido pode se perguntar:

"Compensa ser correto?

Em um mundo desonesto e envilecido, não seria melhor também tirar vantagem?"

Para ponderar sobre a questão, convém recordar as lições do Cristo.

Em determinada passagem do Evangelho, Pedro indaga ao Mestre a respeito do destino e das tarefas de outro discípulo.

Jesus, de forma bem significativa, responde:

"Que te importa a ti? Segue-Me tu."

A lição é clara. Cada qual somente é responsável por bem desempenhar seu papel no mundo.

Evidentemente, devemos nos auxiliar uns aos outros. Afinal, o Messias exortou-nos ao amor recíproco.

Contudo, cada um vive o seu momento peculiar.

Do mesmo modo que não é possível colher frutos antes do tempo, um homem não pode apresentar virtudes que ainda não desenvolveu.

Mas, a criatura comprometida com os valores cristãos, não pode utilizar a venalidade alheia como desculpa.

Quem já se conscientizou da importância da honestidade, tem o dever de ser estritamente leal, até às últimas conseqüências.

Jesus afirmou que a cada um será dado segundo suas obras.

Assim, não importa que os outros vivam iludidos. O compromisso do cristão é com a própria consciência.

A dignidade é uma recompensa em si mesma. Por incitar ao cumprimento dos deveres, ela propicia a paz íntima duradoura. Um tesouro que ninguém pode roubar.

Você não é responsável pelo mundo, mas responde por todos os seus atos.

O seu viver digno e ético certamente contribuirá para a construção de uma sociedade melhor.

Por outro lado, de que lhe adiantaria tentar viver adaptado a um mundo corrupto?

Você já anseia por outros valores.

A falta de pudor e de comedimento, de dignidade e de brios não mais combinam com você.

Além disso, ao final de sua vida, você certamente se arrependeria de não ter sido fiel aos seus mais puros anseios.

Viva, pois, com dignidade.

Ante a desonestidade e a indignidade, ofereça seu viver ilibado.

Preserve a pureza de seus atos, independentemente do que façam os outros.

Uma das virtudes a serem adquiridas pelo Espírito em sua jornada pela eternidade é a tolerância.

E onde é possível ser tolerante, senão no meio da ignorância?

Entre Espíritos puros, você não teria ensejo de conquistar essa qualidade.

Assim, considere a sua vida na Terra como uma luminosa oportunidade.

Conviva tranqüilamente entre os corruptos, sem se deixar iludir pela corrupção, sabendo que apenas lobos caem em armadilhas para lobos.

Perceba e tenha piedade dos erros alheios.

Mas, lembre que seu compromisso é com as Leis Divinas e com sua própria consciência.
 


Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita.

quinta-feira, 10 de março de 2011

"CONVITE de JESUS"



Ele é um jovem alto e de porte elegante. Adentra Roma, a Cidade Eterna, com esperança no coração. Vem em busca de trabalho.

Naquele início do século quarto, o jovem artista deseja um lugar para se apresentar e garantir o sustento próprio. No paredão do aqueduto vê um cartaz: "O circo necessita de músicos, malabaristas, atores para representações."

O coração do jovem bate forte. Ali está a sua grande oportunidade. O circo necessita de artistas. Ele é um artista.

Mas, Domiciano não sabe como chegar ao circo. A noite já começa a desdobrar seu manto negro sobre a Terra, enquanto ele principia a procurar o circo.

Há muita gente nas ruas. Todos parecem seguir para uma mesma direção. São mulheres e crianças, velhos e jovens como ele.

Ao contemplar-lhes os rostos, Domiciano percebe que todos estão felizes. "Ora", pensa, "são outros candidatos ao circo." E segue-os.

Rumam para fora da cidade e na medida que ganham as cercanias, o número de pessoas cresce. Domiciano pensa na concorrência. Seria bom que não fossem tantos.

Contudo, os caminheiros não chegam ao circo, mas ao portão de uma quinta às escuras, quase oculta por entre espesso arvoredo.

Um homem a todos recebe e a cada recém-chegado diz:

"Seja bem-vindo!"

Domiciano está intrigado. Apesar do grande número de pessoas, ainda confia que apresentará sua performance e conseguirá o emprego.

À luz de tochas de resina, um homem alto, de grisalhas barbas, adentra o local. Todos começam a cantar baixinho.

"Pois então", pensa Domiciano, "não é que estão ensaiados." Todos sabem o hino que ele tenta acompanhar.

As palavras lhe entram no coração.

São palavras mansas, a música é suave.

Fala de um Reino além deste Mundo. Ele se sente transportado a uma esfera diferente. Emociona-se. Sente os olhos úmidos.

Distribui-se um pedaço de pão, do qual ele mesmo se serve, com emoção. Depois, o homem grisalho relembra palavras e feitos de um outro Homem, chamado Jesus.

Fala do princípio da caridade, do amor entre as criaturas, do abandono aos bens da Terra, do trabalho e canseiras da Terra, das alegrias do Céu.

O jovem ouve e ouve. Não, aquilo não é o circo. Ele se enganou. Porém, seu coração lhe diz que aquele é um grande dia.

Ao terminar a reunião, ele se aproxima do orador da noite e lhe fala:

"Cheguei aqui por acaso, mas quero ficar."

O outro o abraça e lhe diz:

"Nós te aceitamos. Mas não creio que chegaste por acaso. Alguém te trouxe."

"Quem?" Pergunta Domiciano.

E o próprio coração responde: "Jesus."

* * *

Jesus todos os dias renova o Seu convite às criaturas para que se acheguem à Sua mensagem e ao Seu coração.

Para cada um, um convite especial.

Você já recebeu o seu e o entendeu?

* * *

Jesus é o mesmo ontem, hoje, sempre. Amor não amado prossegue amando. Seus braços abertos na cruz do martírio continuam abertos para abraçar a Humanidade inteira. Seus irmãos.
 
 

Texto da Redação do Momento Espírita 

quinta-feira, 3 de março de 2011

"DEUS e a CRIANÇA"

Conta-se que um espírito, pronto para renascer, perguntou a Jesus:

Dizem-me que estarei sendo enviado à terra amanhã...tomarei um corpinho de criança e gostaria de saber como é que eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?

E Jesus disse-lhe:

Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para cuidar de você. Estará lhe esperando e tomará conta de você.

Mas o espírito ainda um pouco preocupado falou novamente com Jesus: diga-me, o que preciso fazer para ser feliz? Serei feliz lá?

E Jesus lhe respondeu: seu anjo cantará e sorrirá para você... A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz."

E como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que os adultos falam?

Jesus o consolou dizendo:

Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a pronunciar as primeiras palavras e assim você reaprenderá a falar.

E como poderei andar, se minhas pernas serão frágeis e incapazes de sustentar o meu corpinho?

O Benfeitor acalmou-o:

Para sustentá-lo você terá os braços do seu anjo, que velará noite e dia por você.

E o espírito insiste: e o que farei quando quiser falar com o Senhor?

Jesus esclareceu com carinho: seu anjo lhe falará de mim e do nosso pai que é Deus, o Criador de todas as coisas, e lhe ensinará a entrar em contato comigo através da oração.

Eu ouvi dizer que na terra há homens maus. Quem me protegerá?

Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.

Mas eu serei sempre triste porque eu não o verei mais por muito tempo.

Seu anjo sempre lhe falará sobre os meus ensinamentos, lhe ensinará a maneira de vir a mim, e eu estarei sempre com você.

Naquele momento havia muita confiança no coração daquela futura criança, e as vozes da terra já podiam ser ouvidas.

Nesse instante o espírito, apressado, fez sua última pergunta:

Oh Jesus, já estou pronto para ir agora, diga-me por favor o nome do meu anjo.

E Jesus, olhando-o com ternura respondeu: "você chamará seu anjo... de mãe!

***

Cabe à mulher, que tem a honra de receber os filhos de Deus para ajudá-los a evoluir, a nobre missão de conduzí-los ao Criador, ensinando-os a viver com dignidade e fé.

Cabe ao homem, que se faz pai, a responsabilidade de assumir a paternidade com sobriedade e honradez.

Cabe ao pai e à mãe, na condição de co-criadores com Deus, a grandiosa missão de elevar a humanidade aos altos planos da felicidade, tomando das mãos dos homens, ainda crianças, para que aprendam a trilhar os caminhos dos verdadeiros homens de bem.


Redação Espirita 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

"A ESCOLHA é SUA"

Você já ouviu, alguma vez, falar de livre-arbítrio?

Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção.

Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher.

E a cada momento a vida nos exige decisão. Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude.

Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude ou outra.

Ao ouvir o despertador podemos escolher entre abrir a boca para lamentar por não ser nosso dia de folga ou para agradecer a Deus por mais um dia de oportunidades no corpo físico.

Ao encontrar o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos escolher entre resmungar qualquer coisa, ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um bom dia.

Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar de bem com todos ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o ambiente com nosso mau humor.

Um médico que trata de pacientes com câncer, conta que as atitudes das pessoas variam muito, mesmo em situações parecidas.

Diz ele que duas de suas pacientes, quase da mesma idade, tiveram que extirpar um seio por causa da doença.

Uma delas ficou feliz por continuar viva e poder brincar com os netos, a outra optou por lamentar pelo seio que havia perdido, embora também tivesse os netos para curtir.

Assim também acontece conosco quando alguém nos ofende, por exemplo. Podemos escolher entre revidar, calar ou oferecer o tratamento oposto. A decisão sempre é nossa.

O que vale ressaltar é que nossas atitudes produzirão efeitos como consequência. E esses efeitos são de nossa total responsabilidade.

Isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha agredir seu colega e leve uns arranhões, deverá saber que isso é resultado da sua atitude e, por conseguinte, de sua inteira responsabilidade.

Tudo na vida está sujeito à lei de causa e efeito: para uma causa positiva, um efeito positivo, para uma atitude infeliz, o resultado correspondente.

Se você chega no trabalho bem humorado, alegre, radiante, e encontra seu colega de mau humor, você pode decidir entre sintonizar na faixa dele ou fazer com que ele sintonize na sua.

Você tem ainda outra possibilidade de escolha: ficar na sua.

Todavia, de sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem.

Jesus ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.

Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se plantamos sementes de flores, colheremos flores, se plantamos espinheiros, colheremos espinhos. Não há outra saída.

Mas o que importa, mesmo, é saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher, antes de semear. Aí é que está a Justiça Divina.

Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar, um dia darão seus frutos.

São aqueles atos praticados no anonimato, na surdina, que aparentemente ficam impunes. Um dia, ainda que seja numa existência futura, eles aparecerão e reclamarão colheita.

Igualmente os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão bons frutos e perfume agradável.

É só deixar nas mãos do Jardineiro Divino, a quem chamamos Deus.

* * *

A hora seguinte será o reflexo da hora atual.

O dia de amanhã trará os resultados do dia de hoje.

As existências futuras lhe devolverão a herança que hoje lhes entrega.

É assim que vamos construindo nossa felicidade ou a nossa desdita, de acordo com a nossa livre escolha, com o nosso livre-arbítrio.

Pensemos nisso!
 


Autor:
Redação do Momento Espírita. Disponível no livro Momento Espírita, v.2, ed. Fep.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Paulo e Estevão (quinta parte)

 Lá encontra Áquila e Prisca (Priscila), também tecelões, passa a morar e trabalhar com eles, estes haviam saído de Roma a mando do Imperador, que havia ordenado a saída de todos os judeus daquela cidade.
· Paulo pregava aos sábados e trabalhava nos outros dias. Ele só pode dedicar-se totalmente a evangelização quando Silas e Timóteo chegaram.
· Mais uma vez os judeus não aceitavam as palavras de Jesus. Paulo então lhes diz que iria se dirigir aos pagãos, e que eles seriam responsáveis pelo que viesse acontecer
· A Igreja nasce na casa de um pagão (Tito Justo) que morava ao lado da sinagoga
· O chefe da sinagoga (Crispo) e sua família se convertem
· Paulo vendo tantos obstáculos quis desanimar, mas tem uma visão de Jesus, que o anima e pede para continuar, pois ali haviam muitas pessoas que lhe pertenciam. Fica ali um ano e meio
· Os judeus investem novamente em jogar os cristão contra o poder romano só que o procônsul de Acaia “Galeão”, os adverte dizendo que a lei era deles e o problema também, pois os discípulos só usavam a palavra e se isto fosse um delito certamente se pronunciaria. Ele expulsa todos do tribunal. Os judeus revoltados espancam o chefe da sinagoga (Sóstenes) e Galeão nem se incomoda
· Paulo vai para Cencréia (Síria) junto de Áquila e Prisca
· Paulo raspa a cabeça (faz votos - promessa)e diz que terminaria de cumprir sua missão em Jerusalém e vão para Éfeso.
· Deixa Prisca e Áquila, que formam um núcleo em Éfeso, despede-se dos judeus dizendo: “Se Deus quiser voltarei para junto de vocês”
· Vai para Cesárea, Antióquia, Galácia, Frígia fortalecendo os discípulos de Cristo
· Novamente em Éfeso, chega um homem chamado Apolo, um bom orador deixando em suas palavras que Jesus é o Messias. Embora culto, a base cristã de Apolo era incompleta e precisava de complemento, mas realizava um bom trabalho, recebeu auxílio de Prisca e Áquila
· Paulo deixa Apolo em Corinto e volta para Éfeso.
Cap. XIX - Éfeso : O 3o. Centro de Difusão do Cristianismo
· Paulo encontra alguns discípulos e pergunta se quando abraçaram a fé haviam recebido o Espírito Santo, e eles não sabiam o que era isso
· Estes foram batizados por João e Paulo os batizou com o Espírito Santo, deixando bem claro que a maturidade da fé cristã só seria realizada através dos espíritos
· Paulo vê que não adianta falar em sinagogas, então vai ensinar os discípulos numa escola de “Tirano” e este local serviu para que habitantes da Ásia, judeus e gregos pudessem aprender
· Deus realiza milagres através de Paulo, as pessoas pegavam suas vestes para libertar os doentes do espírito mau
· Alguns exorcistas judeus(magos) tentavam expulsar os espíritos maus usando o nome de Jesus e de quem Paulo pregava. Nisso um obsessor que conhecia Jesus e Paulo pergunta a eles quem eram, neste instantes os espíritos maus se apossam destes magos. Isto faz com que os outros judeus se apeguem a Jesus
· Os mágicos juntaram seus livros e queimaram
· Isto vem mostrar que a verdadeira libertação é a fé e não atos mágicos
· Mais uma vez estoura um grave tumulto em Éfeso
· A cidade cultuava a Deusa Diana (Ártemis) e surgiam estátuas de todos os tipos na redondeza
· A pregação dos discípulos fez com que os ourives se sentissem prejudicados, pois se terminasse a idolatria a Deusa, eles não poderiam mais vender seus artefatos, achavam que Paulo estava desencaminhando muita gente (Paulo dizia que estas imagens que faziam não eram deuses), com medo, espalharam que Paulo iria arrombar o templo de Diana afim de queimar os objetos do culto
· A população vai até lá achando que encontrariam Paulo, mas lá estavam 2 irmãos que preparavam o ambiente para a pregação e estes foram presos
· O povo furioso vai para a tenda de Áquila e Prisca, não encontrando Paulo, quebraram todo o material de trabalho e ainda bateram neles
· Paulo estava na casa de amigo e quando soube do acontecido quis ir até o local para libertar seus amigos, mas o impediram, e ele ouvia multidão gritar “Grande é Ártemis dos Éfesos”
· Mais tarde o escrivão da cidade conseguiu falar ao povo para levar o fato aos juizes ,e que não fizessem justiça com as próprias mãos, senão correriam o risco de serem acusados de revolta e não haveria nada legal que os amparassem. Se dispersaram.

(continua)

sábado, 25 de setembro de 2010

Paulo e Estevão (segunda parte)

Gamaliel se afasta do Sinédrio e Saulo toma o seu lugar. Passam vários meses e Saulo não conseguindo esquecer Abigail vai a seu encontro. Lá a encontra muito doente e fica sabendo que ela teve visita de Ananias que lhe mostrou o Evangelho de Jesus , fazendo com que ela se convertesse. Antes de morrer, Abigail diz a Paulo que ele também seria um apóstolo de Jesus.
Saulo não se conformando com tudo o que lhe aconteceu, manda buscar Ananias e resolve ir pessoalmente.
No deserto de Damasco aonde passará, Saulo fica cego repentinamente e enxerga apenas uma luz que vai se transformando na imagem de Cristo, e Jesus lhe pergunta por quê o persegue tanto e lhe toca o coração. Jesus o orienta para entrar na cidade que lá encontraria ajuda. Em Damasco, ele encontra Ananias que por sua vez a pedido de Jesus vai ao encontro de Saulo. Ananias, através das imposições das mãos o cura, fazendo com que Saulo se convertesse. Ele passa alguns dias com os discípulos, e logo começa a pregar o nome de Jesus, isto provoca confusão entre os ex-colegas e uma reação violenta, trazendo a desconfiança da comunidade que começa a pertencer, mas este testemunho corajoso de Saulo, também traz muitos adeptos ao cristianismo. A igreja se espalha em ambiente judaico, ainda enraizada às práticas judaicas.
Saulo se transforma no discípulo dos pagãos (àqueles que não acreditavam nas leis judaicas mas a respeitavam)
Desta parte em diante complementei os Atos dos Ap. com o livro Paulo e Estevão .
Cap.XI - nasce mais uma Igreja (tenda), fora de Jerusalém - Antióquia
É sugerido através de Lucas a mudança do nome Homens do Caminho, para Cristãos , pois Caminho não era uma designação perfeita que traduzisse os esforços dos discípulos de Cristo que eram chamados de viajores, peregrinos, caminheiros , pois o mal pode ter o mesmo caminho que o bem depende de quem o leva, e com o nome de Cristãos, sempre recordariam de Jesus.(Lucas).
Cap.XII
Rei Heródes começa a perseguir aos cristãos, manda matar Tiago Maior, irmão de João,( ele foi o primeiro mártir do Cristianismo) e vendo o contentamento dos judeus manda prender Pedro.
Na prisão, Pedro fica acorrentado e bem vigiado, o rei queria apresentá-lo aos judeus após a Páscoa . Nesta mesma noite aparece um anjo, solta Pedro e o manda sair. As correntes arrebentam e os portões da cela se abre. Quando Pedro se vê solto na rua, acredita que o Senhor não o quer em poder de Heródes nem dos judeus. Ele vai à casa de Maria Marcos (mãe de João Marcos, irmã de Barnabé e Pedro). Lá bate na porta. Rosa a criada da casa vem abrir e conta aos outros que lá estavam reunidos (os apóstolos se reuniam na casa de Maria para orar e fazer evangelho) que Pedro estava batendo e eles não acreditavam. Pedro entra e narra o fato do anjo e pede a eles para avisarem Tiago Menor e viaja para Jope.
· O rei só deixou a Igreja Cristã em paz por causa da personalidade e fidelidade de Tiago junto aos judaísmo.
· Tiago, na ausência de Pedro, cria nova disciplina eles não poderiam falar do Evangelho se Cristo sem referir-se as Leis de Moisés.
· Os outros discípulos se reuniam na casa de Maria Marcos, às ocultas, como se fosse a verdadeira Igreja Cristã.
· Esta postura tomada por Tiago permite a manutenção da Casa do Caminho.
· Quando o rei soube da fuga de Pedro manda matar os vigias .
· A comunidade cresce, há solidariedade e o povo é fiel à Deus.
· Rei Heródes vai para Cesaréia.
· Os povos de Tiro e Sedônia pedem a paz, fazem acordo e contam para Heródes, ele fica furioso, se coloca na tribuna e se dirige ao povo como um Deus, e o povo reage não aceitando pois “a voz de Deus não é a voz de um homem”.(vers.20)
· A palavra de Cristo crescia . Paulo, Barnabé e João Marcos vão para Antióquia.
Cap.XIII - Este capítulo marca o Evangelho aos pagãos.
· A igreja de Antióquia já está organizada, as missões são designadas pela comunidade e não mais por um indivíduo.
· Estavam reunidos profetas, mestres, Paulo e os outros discípulos, quando o Espírito Santo pede para separar Paulo e Barnabé para fazerem o trabalho que estava designado a eles .
· Viajaram para Salência, Chipre e Pafos, lá encontraram o mago Barjesus (Elimar - que quer dizer filho do diabo o qual quer impedir a força do Evangelho) e Sérgio Paulo que manda chamar os apóstolos a fim de escutar o evangelho (Sérgio Paulo foi aquele que foi assistido na doença por Estevão), como Bar-Jesus se opunha ao evangelho, Paulo o fez ficar cego, fazendo com que Bar-Jesus pedisse auxílio, ao ver este fato Sérgio Paulo abraçou a fé.
· João Marcos que os acompanhava nas viagens, não aguentou mais a maratona e decide voltar
· Paulo e Barnabé continuam e vão para Antióquia da Psídia e como sempre foram até a sinagoga apresentar o evangelho
· “Palavra de Coragem” - Paulo conta a história de Israel desde o princípio até a vinda do Mestre Salvador, mostrando o evangelho e explica que é por meio dele que todo aquele que acredita é justificado de todas as coisas que nas escrituras não o são. - Perdão dos Pecados
· Paulo diz: “Portanto tenham cuidado para que não aconteçam com vocês o que os profetas disseram : “Olhem desprezadores, se admirem e desapareçam ! Porque nos dias de vocês vou realizar uma coisa que não acreditariam se fosse contada. Temos poder de um grande médico, podemos curar, quando os enfermos estejam dispostos a compreender Jesus e seguí-lo.

(continua)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Paulo e Estevão (primeira parte)

Emmanuel conta-nos a história do discípulo Paulo de Tarso, sua conversão e a história da humanidade após a passagem de Jesus na Terra. (34dc.)
A história começa com uma família constituída de apenas 3 pessoas: o pai - o velho Jochedeb - o filho de mais ou menos 23 anos - Jeziel e a filha Abigail. A mãe já havia falecido por causa das punições ali instaladas àqueles que se rebelavam contra o poder, deixou-lhes a herança da fé nas antigas escrituras e principalmente à Deus.
Corinto, (colônia importante dos romanos aonde viviam várias correntes israelitas) a cidade onde moravam era atormentada por violenta revolta dos escravos oprimidos e a pedido do procônsul da região foi solicitado a Roma recursos, trazendo soldados e o questor Licínio Minúcio.
O pai Jochedeb havia saído para ir ao mercado, a cidade estava tomada por soldados romanos, e amedrontado passava por eles de cabeça baixa. Até que um deles lhe perguntou como ousava passar por eles sem os saudarem, e por este motivo tomou uma surra.
Jochedeb por ter muita fé em Deus engoliu tudo bem quieto e muito triste continuou sua caminhada.
Na volta de suas compras escolheu outro caminho mais longo só para não ter o risco de acontecer tudo novamente. No trajeto encontrou outros soldados e pensou que se não os cumprimentassem apanharia de novo, então os saudou, e ele apanhou mais uma vez por ter-lhes dirigido a palavra.
Ficou muito irritado e não aceitando a situação fora para casa. Lá encontrou seus filhos e contou-lhes o acontecido, eles enfrentaram a situação com muita fé e serenidade. Jeziel seu filho consulta as Escrituras sagradas para suscitar a palavra de Deus a fim de conhecer a sugestão que Ele lhe traria, e as palavras foram de confiança e de aceitação .
O questor do Império Licínio Minúcio, convida os habitantes de Corinto que se considerassem prejudicados para uma reunião para que houvesse o restabelecimento da ordem, mas Jochedeb como não aceitara as palavras das Escrituras, vai até o templo para a audiência e lá se queixa. O questor após escutar suas reclamações, confisca sua propriedade e o ordena a sair em 3 dias.
Jochdeb fica furioso e quando volta para casa ateia fogo na propriedade vizinha, sabendo que esta era de Licínio.
Jeziel ajuda a apagar o fogo sem saber que o ato tinha sido de seu pai. Quando Jeziel volta para casa fica sabendo do fato e juntos rezam a Prece de Caritas.
O questor descobre que Jochedeb havia ateado fogo e manda-o prender. Ele vai junto com os filhos. Na prisão quando Jochedeb adormece Jeziel dia a sua irmã para nunca perder a fé e continuar a ser como a mãe havia ensinado, que ele iria se entregar no lugar do pai.
No dia seguinte pai e filho são condenados a apanhar e o pai não agüenta e morre. Jeziel pede a irmã que cante um salmo para que juntos suportassem a dor. Ele continua apanhando e o malfeitor manda Abigail embora e ele é condenada a escravidão.
Abigail foge e acaba indo para casa de Zacharia e Ruth que iriam sair de Corinto, pois seu filho havia morrido.
Um mês se passou, Jeziel já estava com as feridas cicatrizadas e vai como escravo para a embarcação sempre lembrando de sua irmã que nunca mais tinha visto. Em uma das viagem a embarcação recebe Sérgio Paulo, um passageiro ilustre, este fica muito doente, e o comandante temendo que toda a tripulação ficasse doente designa Jeziel para cuidar dele. Sérgio Paulo se restabelece e Jeziel apresenta sinais da doença, o comandante quer jogá-lo no mar, mas Sérgio Paulo por ter o conhecido melhor sabendo que só melhorou por causa dos cuidados de Jeziel, decide deixá-lo no Porto de Jope, dá dinheiro a ele e pede que troque de nome pois sabendo de sua história ,temia pela vida daquele que o tratou.
Jeziel se encontrava com muita febre e é achado por uma pessoa que queria seu dinheiro, assim ele lhe entrega o dinheiro e pede para que seja levado a algum lugar para que pudesse se restabelecer.
É levado para a Casa do Caminho, aonde os apóstolos de Jesus cuidavam de doentes desamparados, e foi se restabelecendo. Contou sua história a Pedro e este sugeriu que mudasse seu nome para Estevão. Jeziel desconhecia a vinda de Jesus. Pedro lhe conta a trajetória de Cristo e que ele veio nos ensinar e mostrar o AMOR.
Estevão estuda as Escrituras de Mateus e propaga as palavras de Jesus, o aceitando em seu coração.
Em meados de 35dc chega em Jerusalém Saulo de Tarso, 30 anos, para se certificar da cura de seu tio Filodemos, que fora curado da cegueira através dos homens da Casa do Caminho.
Saulo estava apaixonado por Abigail que conhecera na casa de Zacharia. Abigail lhe mostrava muita afeição mas queria saber o paradeiro de seu irmão Jeziel. Saulo prometera interferir a favor de seu irmão assim que o encontrasse prometendo a Abigail casamento por ter achado sua parceira ideal.
Estevão, Pedro e João vão a Igreja de Jerusalém para a pregação e lá encontram Saulo que queria saber mais sobre os homens do Caminho. Estevão estava pregando e Saulo começa a discutir com ele, dizendo que Jesus era impostor. Estevão com Amor vai rebatendo as acusações, e isso deixava Saulo irritado, fazendo com que Estevão fosse chamado ao Sinédrio para esclarecimento.
Saulo era um homem culto e fiel às Escrituras.
Quando chega o dia, Estevão consegue a simpatia de Gamaliel e este manda averiguar mais sobre a Casa do Caminho e manda Estevão embora. Saulo não se contentando pede a seu amigo que entre com uma denuncia contra Estevão e ele é preso.
Saulo achava Estevão um perigo para seu poder e para as leis. A prisão de Estevão teve ampla repercussão fazendo com que os apóstolos recebessem represálias.
O apóstolo Tiago, filho de Alfeu, opinava contra Estevão e Pedro tentava justificar, mas Tiago não aceitava os atos de Estevão.
A cidade comentava os acontecimentos, muitos se aproximaram da Igreja do Caminho para melhor conhecer o Cristo e isto poderia significar vitória de causa.
Pedro, ciente das atitudes de Gamaliel e sabendo que Estevão só não havia sido apedrejado ainda por causa dele, o convida para conhecer a Casa do Caminho. João foi mensageiro e Gamaliel o recebeu bem prometendo ir. Este vai conhecer a Casa, e começa a se interessar pelo Messias Salvador. Lá ele encontra um velho amigo - Samônio que estava com lepra e lhe pergunta o que estava fazendo ali. Samônio lhe diz que fora abandonado pela família por causa da doença, lhe tiraram todas as econômias e quando se viu sozinho apareceu uma pessoa humilde e lhe encaminhou a Casa do Caminho, aonde encontrara paz, solidariedade e cuidados.
Gamaliel recebe de Pedro João e Tiago as escrituras de Mateus e começa a ler.
As perseguições de Saulo não cessa, manda prender Pedro, João e Tiago, mas depois são soltos e mais uma vez pelo apelo de Gamaliel seu grande amigo mas Saulo não queria soltar Estevão.
Saulo sempre ia visitar sua noiva e contava-lhe os acontecimentos de Jerusalém, e diz a ela que gostaria que todos a conhecessem e que fosse até o Sinédrio no dia da execução de Estevão. Ela. Pede a ele que não veja o sacrifício e que chegaria só após o fato.
Começa o apedrejamento de Estevão , ele sente as dores mas entrega a sua vida a Jesus e recebe tudo em silêncio, quando ele estava quase morto, Abigail entra no Sinédrio e o reconhece como seu irmão e pede a Saulo que a deixe falar com ele. Saulo fica atônito não queria crer naquilo, como Estevão poderia ser o irmão desaparecido de sua amada. Saulo manda tirá-lo do poste e recolhe-o para que ele possa ter certeza do que Abigail lhe afirmara.
Estevão conta de Jesus à sua irmã e perdoa Paulo de seus atos, e sabendo que ele era noivo de sua irmã , os abençoa em seguida falece.
Saulo termina tudo com Abigail, mesmo ela dizendo o perdoaria. Ela vai embora e fica doente.

(continua)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

"PAULO e ESTEVÃO"

Emmanuel /Médium : Francisco Cândido Xavier

"PAULO E ESTÊVÃO", é obra de autoria do Espírito Emmanuel, através da prodigiosa e lúcida mediunidade psicográfica de Francisco Cândido Xavier. Trata-se de um romance épico escrito em 1941, e relata a história do Apóstolo dos Gentios, Paulo de Tarso e a saga dos antigos cristãos, na implantação do Evangelho de Jesus em terras israelitas e estrangeiras. Até então, só tínhamos notícias parciais destes acontecimentos, através dos Atos dos Apóstolos, no Novo Testamento, de livros escritos por estudiosos acadêmicos baseados em pesquisas, e estudos realizados por autores espíritas, como Cairbar Schutel, Paulo Alves Godoy e Comandante Armond, pioneiros do Espiritismo em São Paulo.

A primeira parte do livro, narra a história de Estevão, primeiro mártir da cristandade, sua juventude, onde já manifestava os sinais de sua superioridade espiritual, e dos personagens Abigail, sua irmã e futura noiva do vaidoso doutor da lei, Saulo, da cidade de Tarso, e de Jochedeb, seu pai. O martírio deste último, ante a Roma envaidecida de seu poder, as lutas pela implantação do Cristianismo de Jesus, a morte de Estevão e o encontro de Saulo com Jesus às portas de Damasco.
Na segunda parte, Emmanuel nos relata, com detalhes, o processo de solidificação do Cristianismo no Ocidente, as lutas dos apóstolos, o encontro de Paulo com o poder utópico de Roma simbolizado pela figura de Nero, os sucessos e os sofrimentos de Paulo que, no dizer de Emmanuel, foi o responsável pela permanência dos ensinos do Mestre, em sua pureza, na Terra dos homens.
Para os espíritas lúcidos, "Paulo e Estevão" significa, ainda em nossos dias e por muito tempo ainda significará, um verdadeiro roteiro e paradigma de conduta cristã e espírita, porque baseado no entendimento claro e preciso do amor à causa de Jesus e o que ela significa para a Humanidade.


(revista espirita)