sexta-feira, 8 de abril de 2011

"ATITUDE NO LAR"


Certa vez uma criança de sete anos perguntou à sua mãe, que era famosa apresentadora de programa de TV:

- Mãe, por que na tela da televisão você sempre aparece sorrindo e feliz e em casa está sempre séria e nervosa?

A mãe, pega de surpresa, respondeu:

- É porque na televisão eu sou paga para sorrir.

Ea filha, mais que depressa, tornou a perguntar:

- Mãe, quanto você quer ganhar para sorrir também em nossa casa?

A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflexão.

Por que não sorrir no melhor lugar do mundo, que é o nosso lar? Por que não dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?

Você já parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?

Girando, ele irriga toda a grama à sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que está próxima do irrigador, está seca.

O irrigador molha a grama que está distante de si, mas não consegue molhar a grama que está mais próxima.

Será que em nossa família estamos agindo à semelhança do irrigador de grama?

Se estamos, é hora de mudar com urgência. Verifiquemos que quando um amigo vem à nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.

Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele está, o que tem feito.

Somos extremamente simpáticos. Nosso rosto é a própria expressão da alegria e da camaradagem. Batemos carinhosamente em suas costas. Olhamos com respeito e amizade nos seus olhos. Sorrimos e sorrimos muito.

Toda nossa atenção, durante o tempo em que ele está conosco, é para ele. Deixamos as nossas atividades habituais, largamos o jornal, deixamos de assistir o programa de tv que tanto gostamos.

Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo até à porta, ficamos acenando até ele desaparecer na rua.

Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa família.

Como que num passe de mágica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.

Vamos ler nosso jornal em silêncio, e que ninguém nos perturbe. Passamos a ser outra pessoa. Junto ao amigo somos pessoas simpáticas e sorridentes. Junto à nossa família somos antipáticos e exigentes. Por que?

Será que os nossos amores não merecem a nossa atenção e o nosso carinho?

Pense nisso!

Se você se deu conta que está agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situação.

Ainda hoje, enquanto você está com seus filhos, sua esposa, seus pais, seja alegre.

Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto você está na escola, no trabalho, na rua?

Eles estão com algum problema? Gostariam de contar?

Sorria.

Conte histórias de bom conteúdo. Relate fatos de sua experiência. E sorria.

Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.

Agindo assim, nossa casa se transformará em um lar.

E ainda hoje seremos mais felizes.
 

Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita

sexta-feira, 1 de abril de 2011

"ONDE ENCONTRAR JESUS"


    Procure-o na beleza do amanhecer de um novo dia,
no vôo dos pássaros,
na brisa fresca,
no cheiro da terra molhada,
no sol que clareia e aquece.
Olhe como são belas as estrelas e uma noite de luar,
lá está Ele, a te observar.
Perceba a chuva refrescando a terra pra ela fertilizar,
é Ele a "comandar".
Veja tudo o que a natureza pode te proporcionar,
e de graça, coisas magníficas, não é?
Olhe agora a sua volta, bem a seu lado,
Veja o seu "próximo", nele está Ele a te chamar.
Sinta como Ele está dentro de nós, e não apenas,
no meio de nós, espalhe sua luz,
realize suas Bênçãos.
Ele é a vida "pulsando dentro de você",
É o teu bom astral a alegrar,
A "esmola" que você dá,
A fome e a sede que você "mata",
O consolo, de suas palavras a confortar,
A paz que você transmite,
É a felicidade que você proporciona,
Tudo de bom que você puder ao mundo dar,
É a energia que em seu corpo está,
Fazendo você "lutar", sem jamais desanimar,
Está em tudo que dá prazer,
É tua vontade de viver,
Tua esperança,
Teu abraço sincero,
Teu brilho no olhar,
Enfim, é a medida de AMOR que você dá.

                                 (Autor Desconhecido)

domingo, 27 de março de 2011

"UMA GOTA D'ÀGUA"




            Você já parou, alguma vez, para observar uma gota d`água?
            Sim, uma pequena gota d`água se equilibrando na ponta de um frágil raminho...
            Com graciosidade a gotícula desafia a lei da gravidade, se balançando nas bordas das folhas ou nas pétalas de uma flor.
            São gotas minúsculas, que enfeitam a natureza nas manhãs orvalhadas ou permanecem como pequenos diamantes líquidos, depois que a chuva se vai.
            É por isso que um bom observador dirá que a vida seria diferente se não existissem gotas de água para orvalhar a relva e amenizar a secura do solo.
            Madre Tereza de Calcutá foi uma dessas almas sensíveis.
            Um dia, um jornalista que a entrevistava disse-lhe que, embora admirasse o seu trabalho junto aos pobres e enfermos, considerava que o que ela fazia, diante da imensa necessidade, era como uma gota d`água no oceano.
            E aquela pequena sábia-mulher, lhe respondeu: “sim, meu filho, mas sem essa gota d`água o oceano seria menor.”
            Sem dúvida uma resposta simples e extremamente profunda.
            Pois sem os pequenos gestos que significam muito, a vida não seria tão bela...
            Um aperto de mão, em meio à correria do dia-a-dia...
            Um minuto de atenção a alguém que precisa de ouvidos atentos, para que não caia nas malhas do desespero...
            Uma palavra de esperança a alguém que está à beira do abismo.
            Um sorriso gentil a quem perdeu o sentido da vida.
            Uma pequena gentileza diante de quem está preso nas armadilhas da ira.
            O silêncio, frente à ignorância disfarçada de ciência...
            A tolerância com quem perdeu o equilíbrio.
            Um olhar de ternura para quem pena na amargura.
            Pode-se dizer que tudo isso são apenas gotas d`água que se perdem no imenso oceano, mas são essas pequenas gotas que fazem a diferença para quem as recebe.
            Sem as atitudes, aparentemente insignificantes, que dentro da nossa pequenez conseguimos realizar, a humanidade seria triste e a vida perderia o sentido.
            Um abraço afetuoso, nos momentos em que a dor nos visita a alma...
            Um olhar compassivo, quando nos extraviamos do caminho reto...
            Um incentivo sincero de alguém que deseja nos ver feliz, quando pensamos que o fracasso seria inevitável...
            Todas essas são atitudes que embelezam a vida.
            E, se um dia alguém lhe disser que esses pequenos gestos são como gotas d`água no oceano, responda, como madre Tereza de Calcutá, que sem essa gota o oceano de amor seria menor.
            E tenha certeza disso, pois as coisas grandiosas são compostas de minúsculas partículas.

Pense nisso!
            Sem a sua quota de honestidade, o oceano da nobreza seria menor.
            Sem as gotas de sua sinceridade, o mar das virtudes seria menor.
            Sem o seu contributo de caridade, o universo do amor fraternal seria consideravelmente menor.
            Pense nisso!
            E jamais acredite naqueles que desconhecem a importância de um pequeno tijolo na construção de um edifício.
            Lembre-se da minúscula gota d`água, que delicadamente se equilibra na ponta do raminho, só para tornar a natureza mais bela e mais romântica, à espera de alguém que a possa contemplar.
            E, por fim, jamais esqueça que são essas mesmas pequenas e frágeis gotas d`água que, com insistência e perseverança conseguem esculpir a mais sólida rocha.

quinta-feira, 24 de março de 2011

JESUS e os outros



A Humanidade vive uma profunda crise ética.

As notícias publicadas nos mais diversos veículos de comunicação são desanimadoras.

A um olhar superficial, parece que o mal leva a palma do mundo.

A política afunda na corrupção.

A violência campeia solta pela sociedade.

A falta de pudor se afigura o signo das novas gerações.

A esperteza obtém mais resultados do que a lealdade.

A sonegação de tributos chega a ser apontada como legítima defesa.

Ante tanta sujeira e deslealdade, ser honesto parece algo exótico.

O homem menos refletido pode se perguntar:

"Compensa ser correto?

Em um mundo desonesto e envilecido, não seria melhor também tirar vantagem?"

Para ponderar sobre a questão, convém recordar as lições do Cristo.

Em determinada passagem do Evangelho, Pedro indaga ao Mestre a respeito do destino e das tarefas de outro discípulo.

Jesus, de forma bem significativa, responde:

"Que te importa a ti? Segue-Me tu."

A lição é clara. Cada qual somente é responsável por bem desempenhar seu papel no mundo.

Evidentemente, devemos nos auxiliar uns aos outros. Afinal, o Messias exortou-nos ao amor recíproco.

Contudo, cada um vive o seu momento peculiar.

Do mesmo modo que não é possível colher frutos antes do tempo, um homem não pode apresentar virtudes que ainda não desenvolveu.

Mas, a criatura comprometida com os valores cristãos, não pode utilizar a venalidade alheia como desculpa.

Quem já se conscientizou da importância da honestidade, tem o dever de ser estritamente leal, até às últimas conseqüências.

Jesus afirmou que a cada um será dado segundo suas obras.

Assim, não importa que os outros vivam iludidos. O compromisso do cristão é com a própria consciência.

A dignidade é uma recompensa em si mesma. Por incitar ao cumprimento dos deveres, ela propicia a paz íntima duradoura. Um tesouro que ninguém pode roubar.

Você não é responsável pelo mundo, mas responde por todos os seus atos.

O seu viver digno e ético certamente contribuirá para a construção de uma sociedade melhor.

Por outro lado, de que lhe adiantaria tentar viver adaptado a um mundo corrupto?

Você já anseia por outros valores.

A falta de pudor e de comedimento, de dignidade e de brios não mais combinam com você.

Além disso, ao final de sua vida, você certamente se arrependeria de não ter sido fiel aos seus mais puros anseios.

Viva, pois, com dignidade.

Ante a desonestidade e a indignidade, ofereça seu viver ilibado.

Preserve a pureza de seus atos, independentemente do que façam os outros.

Uma das virtudes a serem adquiridas pelo Espírito em sua jornada pela eternidade é a tolerância.

E onde é possível ser tolerante, senão no meio da ignorância?

Entre Espíritos puros, você não teria ensejo de conquistar essa qualidade.

Assim, considere a sua vida na Terra como uma luminosa oportunidade.

Conviva tranqüilamente entre os corruptos, sem se deixar iludir pela corrupção, sabendo que apenas lobos caem em armadilhas para lobos.

Perceba e tenha piedade dos erros alheios.

Mas, lembre que seu compromisso é com as Leis Divinas e com sua própria consciência.
 


Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita.

sábado, 19 de março de 2011

'Amor ao Próximo"


Se alguém diz que ama a Deus, mas não ama o seu semelhante, é mentiroso. Isso foi escrito pelo Apóstolo João e nos convida a uma profunda reflexão.

Por que o amor a Deus passa inevitavelmente pelo amor ao próximo? Por que não basta amar a Deus no isolamento das criaturas, ou na indiferença ao semelhante?

Deus, ao nos criar, não nos cria perfeitos, mas oferece as oportunidades e possibilidades de se chegar à perfeição.

E, por grandiosidade de Sua justiça, essa perfeição se alcança por esforço próprio, por dedicação, e jamais por gratuidade ou dom divino, a escolher uns ou outros como mais ou menos amados por Ele e, consequentemente, com mais ou menos virtudes e dons.

Quando lemos a biografia de grandes vultos do amor ao próximo, como Madre Teresa de Calcutá, Chico Xavier ou Irmã Dulce, vemos a exemplificação do exercício no amor ao próximo.
Aprenderam a amar ao próximo no exercício do amor a que se propuseram, saindo de si mesmos, indo em direção ao outro, encontrando Deus.
 
Entendendo isso, Jesus, personificação maior do amor a Deus, nos ensina que toda vez que auxiliarmos, que dermos de comer, que matarmos a sede de nosso irmão, é a Ele mesmo que estaremos fazendo isso.

Convida-nos Jesus a experimentar o exercício do amor a Deus aprendendo a amar ao próximo.
 São pequenos gestos que se fazem exercícios de amor ao próximo, no objetivo de amar a Deus. Afinal, como nos alerta o Apóstolo João, se não conseguimos compreender nosso irmão, jamais teremos condições de amar e compreender a Deus.
 

Redação do Momento Espírita. 

domingo, 13 de março de 2011

"Os Pais Envelhecem"

Talvez a mais rica, forte e profunda experiência da caminhada humana seja a de ter um filho.
Plena de emoções, por vezes angustiante, ser pai ou mãe é provar os limites que constituem o sal e o mel do ato de amar alguém.
Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inocência e graça.
Basta vê-los para que o coração se alargue em riso e cor. Um sorriso é capaz de abrir as portas de um paraíso.
Eles chegam à nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.
Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus próprios caminhos, parceiros e profissões. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.
O tempo se encarrega da formação de novas famílias. Os netos nascem. Envelhecemos. E então algo começa a mudar.
Os filhos já não têm pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora só os ouvem para fazer críticas, reclamar, apontar falhas.
Já não brilha mais nos olhos deles aquela admiração da infância e isso é uma dor imensa para os pais.
Por mais que disfarcem, todo pai e mãe percebe as mínimas faíscas no olho de um filho.
É quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho já não me tem como seu herói particular?
Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era referência para tudo na vida.
Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente não ouvem mais os conselhos.
A cada dia demonstram mais impaciência. Acham que os pais têm opiniões superadas, antigas.
Pior é quando implicam com as manias, os hábitos antigos, as velhas músicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.
Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles estão bem idosos, já não decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente são ouvidos quando tentam fazer algo diferente.
Passeios, comida, roupas, médicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.
E, no entanto, os pais estão apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que então desrespeitá-los?
Por que tratá-los como se fossem inúteis ou crianças sem discernimento?
Sim, é o que a maioria dos filhos faz. Dá ordens aos pais, trata-os como se não tivessem opinião ou capacidade de decisão.
E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, há tanto amor. Naquelas mãos trêmulas, há sempre um gesto que abençoa, acaricia.
*   *   *
A cada dia que nasce, lembre-se, está mais perto o dia da separação. Um dia, o velho pai já não estará aqui.
O cheiro familiar da mãe estará ausente. As  roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.
Então, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo.
Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias (mesmo que sejam repetidas) e dê-lhes atenção, afeto...
Acredite: dentro daquele velho coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria.
 Redação do Momento Espírita.

quinta-feira, 10 de março de 2011

"CONVITE de JESUS"



Ele é um jovem alto e de porte elegante. Adentra Roma, a Cidade Eterna, com esperança no coração. Vem em busca de trabalho.

Naquele início do século quarto, o jovem artista deseja um lugar para se apresentar e garantir o sustento próprio. No paredão do aqueduto vê um cartaz: "O circo necessita de músicos, malabaristas, atores para representações."

O coração do jovem bate forte. Ali está a sua grande oportunidade. O circo necessita de artistas. Ele é um artista.

Mas, Domiciano não sabe como chegar ao circo. A noite já começa a desdobrar seu manto negro sobre a Terra, enquanto ele principia a procurar o circo.

Há muita gente nas ruas. Todos parecem seguir para uma mesma direção. São mulheres e crianças, velhos e jovens como ele.

Ao contemplar-lhes os rostos, Domiciano percebe que todos estão felizes. "Ora", pensa, "são outros candidatos ao circo." E segue-os.

Rumam para fora da cidade e na medida que ganham as cercanias, o número de pessoas cresce. Domiciano pensa na concorrência. Seria bom que não fossem tantos.

Contudo, os caminheiros não chegam ao circo, mas ao portão de uma quinta às escuras, quase oculta por entre espesso arvoredo.

Um homem a todos recebe e a cada recém-chegado diz:

"Seja bem-vindo!"

Domiciano está intrigado. Apesar do grande número de pessoas, ainda confia que apresentará sua performance e conseguirá o emprego.

À luz de tochas de resina, um homem alto, de grisalhas barbas, adentra o local. Todos começam a cantar baixinho.

"Pois então", pensa Domiciano, "não é que estão ensaiados." Todos sabem o hino que ele tenta acompanhar.

As palavras lhe entram no coração.

São palavras mansas, a música é suave.

Fala de um Reino além deste Mundo. Ele se sente transportado a uma esfera diferente. Emociona-se. Sente os olhos úmidos.

Distribui-se um pedaço de pão, do qual ele mesmo se serve, com emoção. Depois, o homem grisalho relembra palavras e feitos de um outro Homem, chamado Jesus.

Fala do princípio da caridade, do amor entre as criaturas, do abandono aos bens da Terra, do trabalho e canseiras da Terra, das alegrias do Céu.

O jovem ouve e ouve. Não, aquilo não é o circo. Ele se enganou. Porém, seu coração lhe diz que aquele é um grande dia.

Ao terminar a reunião, ele se aproxima do orador da noite e lhe fala:

"Cheguei aqui por acaso, mas quero ficar."

O outro o abraça e lhe diz:

"Nós te aceitamos. Mas não creio que chegaste por acaso. Alguém te trouxe."

"Quem?" Pergunta Domiciano.

E o próprio coração responde: "Jesus."

* * *

Jesus todos os dias renova o Seu convite às criaturas para que se acheguem à Sua mensagem e ao Seu coração.

Para cada um, um convite especial.

Você já recebeu o seu e o entendeu?

* * *

Jesus é o mesmo ontem, hoje, sempre. Amor não amado prossegue amando. Seus braços abertos na cruz do martírio continuam abertos para abraçar a Humanidade inteira. Seus irmãos.
 
 

Texto da Redação do Momento Espírita