sábado, 4 de fevereiro de 2012

A Porta Negra



Era uma vez um país cujo rei era muito polêmico em seus atos. Ele levava prisioneiros de guerra para uma enorme sala, onde estes eram enfileirados, no centro do recinto. Neste momento, o rei entrava na sala e gritava:

- Eu vou dar uma chance para vocês! Olhem para o canto direito da sala.

Ao olharem, os prisioneiros viam alguns soldados armados de arco e flechas, prontos para a ação.

- Agora - continuava o rei - olhem para o canto esquerdo.

Ao olharem, todos os presos notavam que havia uma horrível porta negra, de aspecto dantesco. Crânios humanos serviam como decoração, e a maçaneta era a mão de um cadáver. Algo horripilante só de imaginar, quanto mais de ver.

O rei se posicionava no centro da sala e gritava

- Agora escolham: o que vocês querem? Morrer cravados de flechas ou abrir rapidamente aquela porta negra, entrando por ela enquanto tranco vocês? Agora decidam. Vocês têm livre arbítrio, escolham.

Todos os prisioneiros mostravam o mesmo comportamento: na hora da decisão, eles chegavam perto da horrível porta negra, olhavam para os desenhos de caveiras, sangue humano, esqueletos, aspecto infernal, coisas escritas do tipo "Viva a Morte", etc., e decidiam: "Quero morrer flechado". Um a um, todos agiam assim.

Mas, um dia, a guerra acabou. Passado algum tempo, um ex-prisioneiro, que jurara fidelidade ao rei, tornando-se um servo e livrando-se da terrível pena, varria a enorme sala. Ao ver o rei passar pela sala, perguntou, com toda reverência e meio sem jeito:

- Sabe, ó grande rei, eu sempre tive uma curiosidade. Não se zangue com minha pergunta, mas ...o que há além daquela porta negra?

O rei respondeu:

- Lembra que eu dava aos prisioneiros duas escolhas? Pois bem, vá e abra a porta negra. 

O ex-prisioneiro, trêmulo, virou cautelosamente a maçaneta e sentiu um raio puro de sol beijar o chão feio da enorme sala. Abriu mais um pouquinho a porta e mais luz e um gostoso cheiro de verde inundaram o local. O soldado então notou que a porta negra abria para uma longa estrada. Foi aí que o ex-prisioneiro percebeu: a porta negra dava para a Liberdade.

Todos nós temos uma porta negra dentro da mente. Abra-a e deixe o sol inundar você.



Pense nisso!!!!!!!!!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

"ONDE ENCONTRA-LO"


 
 
  
     Procure-o na beleza do amanhecer de um novo dia,
no vôo dos pássaros,
na brisa fresca,
no cheiro da terra molhada,
no sol que clareia e aquece.
Olhe como são belas as estrelas e uma noite de luar,
lá está Ele, a te observar.
Perceba a chuva refrescando a terra pra ela fertilizar,
é Ele a "comandar".
Veja tudo o que a natureza pode te proporcionar,
e de graça, coisas magníficas, não é?
Olhe agora a sua volta, bem a seu lado,
Veja o seu "próximo", nele está Ele a te chamar.
Sinta como Ele está dentro de nós, e não apenas,
no meio de nós, espalhe sua luz,
realize suas Bênçãos.
Ele é a vida "pulsando dentro de você",
É o teu bom astral a alegrar,
A "esmola" que você dá,
A fome e a sede que você "mata",
O consolo, de suas palavras a confortar,
A paz que você transmite,
É a felicidade que você proporciona,
Tudo de bom que você puder ao mundo dar,
É a energia que em seu corpo está,
Fazendo você "lutar", sem jamais desanimar,
Está em tudo que dá prazer,
É tua vontade de viver,
Tua esperança,
Teu abraço sincero,
Teu brilho no olhar,
Enfim, é a medida de AMOR que você dá.


                              

domingo, 1 de janeiro de 2012

       

       "MUITA PAZ NESSE NOVO ANO QUE INICIA"
       

       "FELIZ  ANO  NOVO"

domingo, 2 de outubro de 2011

"A parábola da caixinha"

 

Um granjeiro pediu certa vez a um sábio que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel, o qual foi colocado numa caixa. Ao entregá-la ao granjeiro, disse:

- Leva esta caixa por todos os lados de sua granja, três vezes ao dia, durante um ano.

Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo, levando a caixa consigo, encontrou um empregado dormindo, quando este deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio-dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos ainda sem sua alimentação.

E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os alimentos. A partir daí, todos os dias, ao percorrer sua granja de um lado para outro com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas.

Ao final do ano voltou a encontrar o sábio e lhe disse:

- Deixe esta caixa comigo por mais um ano. Minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto.

O sábio riu e, abrindo a caixa, disse:

- Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida.

No papel havia escrito a seguinte frase: “Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las de perto constantemente”.

PENSEMOS NISSO!!!!!!!!!!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

"UM ESPECIAL TESOURO"


Na Epístola aos Efésios, capítulo 5, versículos 14 a 17, Paulo de Tarso conclamava os homens no seguinte sentido:

"Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo te iluminará.

Andai prudentemente, não como néscios e, sim, como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus.

Não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual é a vontade do Senhor."

Paulo indicava o ideal cristão como sendo a sublime meta a ser alcançada pelo homem.

Ao dizer que "os dias são maus", reportava-se aos problemas, às dificuldades cotidianas que, ontem como hoje, marcam nossas existências.

Diversas são as dores que afligem nossos dias.

Provas e expiações são características constantes do mundo em que vivemos.

Por isso, devemos conduzir nossos passos com cautela, não como tolos que não sabem o que fazem.

Devemos cultivar a reflexão, resgatando o tempo perdido nas veredas dos erros.

O tempo é um tesouro de valor inestimável concedido a todos, por Deus, de forma indistinta.

Os minutos, os dias, os séculos têm a mesma duração para todos os seres.

Mas como utilizamos esse tempo?

Afinal, o modo como nos valemos dele é que faz a diferença, o resultado.

Usamos nosso tempo ou apenas o desperdiçamos?

"Matamos" o tempo, valemo-nos de meros "passatempos", ou o investimos como uma moeda valiosa capaz de nos trazer grandes lucros?

Onde estivermos, poderemos adquirir valiosos patrimônios de experiência e de conhecimento, de virtude e de sabedoria.

Para tanto, não podemos permitir que os minutos se escoem improdutivamente.

Muitas pessoas passam a vida como se estivessem mergulhados em um sonambulismo, embalados no sonho da ilusão.

Deixam que séculos decorram, semeando apenas inconseqüências e vícios, comprometendo o futuro com a colheita inevitável de sofrimentos.

É imperioso, portanto, que aproveitemos as horas.

Podemos começar tentando corrigir nossas próprias imperfeições.

Os vícios, por exemplo, não representam apenas perda, mas também comprometimento futuro do tempo.

Quantos minutos perde o fumante, por ano, no ritual das baforadas de nicotina?

Quantas horas precisa trabalhar para alimentar seu vício?

Quantos dias abreviará de sua existência em virtude das moléstias que decorrem do uso do cigarro?

Quantos anos sofrerá, mesmo depois da própria morte, para reequilibrar o próprio Espírito?

E o maledicente?

Quantos minutos perde diariamente divagando sobre o comportamento alheio?

E quantas existências gastará depois, às voltas com males que sedimentará em si mesmo?

Tantas são as opções para quem pretende aperfeiçoar o próprio espírito!

Tantas são as oportunidades diárias que surgem para quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir!

Disciplinar palavras e emoções.

Ensaiar atitudes de humildade.

Treinar a paciência.

Ampliar seus conhecimentos.

Conter a língua ferina.

Eis aí algumas sugestões iniciais para quem se disponha a aplicar valiosamente seu tempo em seu real benefício.

Afinal, Deus nos oferece a bênção do tempo para as experiências humanas, mas, cedo ou tarde, deveremos prestar contas à Divindade, da forma como utilizamos esse precioso presente.

Pensemos nisso, desde agora.
 


Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

"SER ÚNICO"


Vários especialistas conseguem definir as reais necessidades humanas. Mas poucos conseguem entendê-las diante de uma percepção mais humanística. Isto ocorre porque geralmente somos rotulados e definidos através de uma média geral.

O ser humano em toda a sua complexidade é um ser único, cheio de expectativas e com sonhos exclusivos. O que serve para “A” poderá não servir para “B”. Entender este princípio básico da vida é o mesmo que elevar o grau de compreensão das pessoas em todos os seus aspectos e particularidades, abrindo assim novas portas para a felicidade e o amor ao próximo.

Afinal de contas, estamos todos juntos neste lindo planeta azul, que gira em volta de um lindo sol dourado, cheio de energias destinadas a você.

Autor Anônimo